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Confira 7 novidades de produtos da Realize Top do mês de Maio

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Três criminosos foram presos nesta quinta-feira (22) em São Roque, após a Polícia Militar interceptar um cativeiro na cidade, já na divisa com Araçariguama, no qual o trio mantinha preso um motorista de 59, que foi abordado em um posto de combustível em São Paulo, com uma carga de 10 mil quilos de carne, que seria levada para Piedade.

A carga que vinha de Minas Gerais, da cidade de Pompeu ficou sob escolta dos criminosos assim que o motorista foi rendido e levado para o cativeiro.

Como o rastreador ativado e sendo monitorado, a empresa percebeu que o veículo havia saído da rota e acionou a Polícia, que conseguiu chegar até o local onde estava os criminosos.

Pela manhã de quinta-feira com o apoio do helicóptero águia a localização exata do local foi descoberta, em uma região de difícil acesso e conseguiram deter os criminosos.No local logo na chegada dos Policiais havia um homem com de   equipamentos de açougueiro, que disse estar no local apenas para fazer o corte das peças de carne e que não sabia do que estava acontecendo.

Foram levados a delegacia de São Roque a proprietária do local que alegou não saber de nada do ocorrido e dois homens que chegaram ao local depois da Polícia, eles foram identificados como integrantes da ação.

A empresa assim que recebeu contato sobre a recuperação da carga que não chegou a ser levada, levou a carga para o seu destino final. O caso registrado na delegacia de São Roque ainda será investigado.

Reportagem Correio do Interior

Neste domingo (25), acontece em Ibiúna na Prainha do Escritório, a 2ª Etapa do Circuito Paulista de Travessias Aquáticas, modalidade de natação que se tornou olímpica e que cresceu nos últimos anos. O circuito acontece das 9 às 13h.

O circuito envolve um total de 10 etapas, com a participação aproximada de 800 atletas, vindos de todo o Estado de São Paulo, totalizando um público estimado de 2500 pessoas, com as seguintes provas: 500 metros para os iniciantes, 1000 e 3000 metros aos mais experientes e divididas nas faixas etárias: até 50 anos para categoria masculina e até 33 na categoria feminina.

Serão distribuídos 300 troféus para os três primeiros colocados. O circuito terá provas para os bombeiros, que vão nadar 3000 metros, além das provas equipada e universitário para estudantes que nadam 1000 metros. Todos os nadadores que concluírem sua prova receberão medalha de participação.

A faixa etária para participação do Circuito é de 8 a 70 anos. A organização é da Gaivotas Eventos com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, Esporte e Lazer. Maiores informações podem ser consultadas pelo site  www.gaivotaseventos.com.br

Reportagem Correio do Interior

Dois homens foram presos nesta quarta-feira (21), pela Polícia Civil de São Roque, acusados de terem ateado fogo criminalmente em uma residência no bairro Vila Amaral.

Segundo informações da Polícia Civil, após saberem do incêndio, os policiais começaram a fazer patrulhas para tentar achar os responsáveis pelo crime. Ao ouvirem as testemunhas, os agentes saíram  atrás dos suspeitos.

Quando chegaram à Rodovia Renê Benedito Silva, na altura do km 57, os policiais viram três indivíduos dentro de uma caminhonete modelo L-200, dois deles se assemelhavam com as características dos autores do incêndio.

Ao abordarem os indivíduos, o motorista da caminhonete disse aos policiais que estava apenas fazendo um frete e que não conhecia os dois homens.

Pelas características citadas das testemunhas, a polícia encaminhou os dois indivíduos para a Delegacia de São Roque.

Na delegacia, os homens foram reconhecidos pelas testemunhas e vítimas. Eles informaram que os criminosos atearam fogo na casa na última terça-feira, 20, com um idoso de 65 anos, dentro dela. O idoso continua hospitalizado.

Os dois homens foram presos e estão a disposição da Justiça.

Reportagem Correio do Interior

Sexta, 23 Fevereiro 2018 14:31

Lojas apostam em ovos caseiros de Páscoa

Escrito por


A Páscoa já movimenta o mercado de cursos e insumos para a produção de ovos de chocolate caseiros em Sorocaba. Para 2018, os empresários estão fazendo estoques maiores, de olho em uma perspectiva mais otimista de vendas. O Domingo de Páscoa, neste ano, será no dia 1º de abril, mas algumas lojas já fazem cursos desde janeiro. O foco é na venda de matéria-prima para a produção dos ovos, em especial os recheados e os "para comer de colher". 

Até a Páscoa, cerca de 600 pessoas terão passado por cursos nas unidades da Dijos Doces. O proprietário, Felipe Dijos, conta que até crianças participam. Outra novidade, é o crescente interesse por aprender como produzir ovos veganos (sem ingredientes de origem animal), diet e sem lactose. Alguns cursos são gratuitos, mas há também os que custam até R$ 300. Culinaristas ministram as aulas, incluindo chefes "celebridades" da televisão. 


Felipe Dijos: encomenda de 70 toneladas de chocolate somente para esta época do ano - EMIDIO MARQUES

Felipe Dijos: encomenda de 70 toneladas de chocolate somente para esta época do ano - EMIDIO MARQUES


A maior parte do público é de pessoas em busca de geração de renda -- que vendem os ovos caseiros para parentes, amigos e vizinhos --, mas há também quem veja como um hobby. "Hoje existe uma cultura maior do gosto pessoal pela culinária e gastronomia. Vemos inclusive essa tendência no público infantil", diz Dijos. 

Neste ano, foram adquiridas 70 toneladas de chocolates para a época de Páscoa. Um estoque 20% maior que o do ano anterior. A expectativa é de que as vendas também tenham crescimento nessa proporção, segundo o comerciante. O quilo do chocolate está em média R$ 25, mas também há as marcas importadas com preços maiores. 

A Dicid da Vila Hortência promove cursos e orientações com culinaristas, especialmente aos sábados, gratuitamente. Nos próximos dias 13 e 17, um curso especial voltado para os ovos de Páscoa será realizado na Casa da Espanha, no mesmo bairro, ao custo de R$ 50 para não associados e R$ 25 para associados. 

O proprietário da loja da Vila Hortência, Floreal Moreno, conta que este ano preparou um estoque maior e a expectativa é de vendas 10% maiores em produtos como coberturas e chocolates. Segundo Moreno, o foco está na venda de insumos para a produção, e não nos ovos industrializados, pois estes costumam ser vendidos em supermercados. 

Quem pretende ganhar dinheiro com os ovos nesta Páscoa, no entanto, ainda não está produzindo os ovos. Este é o momento das formações, cotação de preço e elaboração de cardápios, diz a proprietária da DoceArt, Simone Alachev. O estabelecimento também oferece cursos para a produção de ovos de Páscoa, mas ela espera maior movimento em março.

Reportagem Cruzeiro do Sul


 
 

A brasileira Isadora Williams terminou na 24ª posição a prova de patinação artística individual dos Jogos Olímpicos de Pyeongchang-2018, após a disputa do programa livre nesta sexta-feira. 

Williams, de 22 anos, sofreu uma queda na apresentação desta sexta-feira. 

No programa curto de quarta-feira, ela conseguiu a 17ª melhor pontuação (55,74). No programa livre, esta sexta-feira, ela conseguiu 88,44 pontos, para um total de 144,18 pontos. 

A brasileira foi a última entre as 24 patinadoras que se apresentaram no programa livre. 

A campeã foi a russa Alina Zagitova (239,57 pontos), de apenas 15 anos, com a prata para sua compatriota Evgenia Medvedeva (238,26), de 18 anos. As duas competem sob a bandeira olímpica, já que a Rússia está suspensa dos Jogos pelo caso de doping institucionalizado no país.

A canadense Kaetlyn Osmond (231,02) completou o pódio e levou a medalha de bronze. 

Isadora Williams conseguiu a melhor posição de um representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang até agora, superando o 27º lugar da dupla do bobsled (Edson Bindilatti e Edson Ricardo Martins). 

A melhor posição do Brasil na história dos Jogos Olímpicos de Inverno aconteceu em Turim-2006, com o nono lugar de Isabel Clark no snowboardcross. 

Isadora Williams, nascida em Marietta (Geórgia, Estados Unidos), representou em Pyeongchang-2018 o país de sua mãe, uma brasileira de Belo Horizonte que se mudou para Nova York nos anos 1990.

Reportagem Cruzeiro do Sul

Foto: Mauro Pimentel / Arquivo AFP

As Forças Armadas fazem uma operação nas favelas Vila Kennedy e Vila Aliança, na zona oeste do Rio de Janeiro, e Coreia, na região metropolitana, na manhã desta sexta-feira (23). 

Na operação, cerca 3.200 militares fazem cercos, desobstrução de vias e ações para estabilização nas favelas. Segundo a secretaria, algumas vias e acessos as favelas poderão ser interditados e o espaço aéreo controlado para aeronaves civis. Não haverá interferência nas operações dos aeroportos. 

A ação das Forças Armadas, iniciada por volta das 5h, é acompanhada no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), na Cidade Nova, por representantes de todas as instituições envolvidas na operação, que orientam os militares em tempo real. 

Outras operações  


Na última terça (20), militares fizeram um cerco à favela Kelson's, na região da Penha, zona norte da cidade. Ao menos quatro suspeitos foram presos. 

As entradas da comunidade foram ocupadas pelos militares do Exército. Moradores são submetidos a revista de soldados antes de deixarem a favela, que é vizinha do CIAA (Centro de Instrução Almirante Alexandrino), da Marinha. 

O quartel é o maior e mais diversificado centro de formação de praças da Marinha. 

Os traficantes da favela são conhecidos pela ousadia. O quartel é separado da comunidade dominada pelo Comando Vermelho por apenas um muro. 

Um dia antes, equipes do Exército montaram barreiras nas principais entradas do Complexo do Chapadão. Atentos à movimentação, os moradores dos bairros de Guadalupe e Anchieta foram discretos e evitaram comentar a movimentação. 

Centenas de militares entraram em pontos estratégicos do complexo de favelas, que se estendem pelos bairros de Guadalupe, Pavuna e Anchieta. O Complexo do Chapadão é dominado pelo tráfico e por gangues de roubo de cargas. 

Nas duas primeiras horas de operação na entrada da rua Fernando Lobo, a reportagem presenciou apenas um gesto de apoio aos militares. Uma criança de dois anos pediu ao pai para cumprimentar um soldado.

Reportagem Jornal Cruzeiro do Sul


POR MARCO MERGUIZZO, ESPECIAL DO CANADÁ (*) 

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Com uma série de semelhanças urbanas, vida cultural e noturna intensas e uma culinária diversificada, sem contar o seu grande poder de fogo econômico e financeiro - a cidade de Toronto, espécie de irmã siamesa e alter ego da vizinha Nova York, a Big Apple, ou em bom português, a Grande Maçã norte-americana, ancorada no lado de lá da margem sudeste do lago Ontário, bem que poderia ser chamada de "Big Maple". 
  
O neologismo criado por este jornalista-blogueiro é uma livre associação às emblemáticas folhas de plátano presentes tanto na bandeira e na vegetação que pinta de várias cores os campos, ruas e avenidas das cidades por todo este país continental, quanto à mesa, com o típico maple syrup - o xarope local de paladar docinho feito a partir da seiva da árvore do gênero Acer, presente em muitas receitas, pratos e muito apreciado por dez entre dez canadenses. 
  
Embora Toronto apresente múltiplos encantos a cada estação do ano, é na primavera que se avizinha sobretudo, com temperaturas médias que variam entre 5oC e 15oC e longe portanto do frio congelante do inverno, a época ideal para se viajar para lá e conhecer um menu recheado de programas turísticos, culturais e, em especial, de endereços gastronômicos feitos sob medida para quem é fã de carteirinha da boa mesa, vinhos e cervejas especiais. Em tempo: o Canadá é um produtor emergente de ótimos rótulos, alguns incomuns como o icewine, o "vinho do gelo" (veja o post, logo abaixo, ou clique aqui para conhecer os detalhes da produção desta joia da enologia canadense e mundial). 
  
De volta à Big Maple, apelidos carinhosos por sinal é que não faltam à maior e mais plural das cidades canadenses: Queen City (maior cidade da província de Ontário), T.O. (abreviação de Toronto-Ontário), Hogtown (referência aos matadouros e à indústria de derivados suínos dos primórdios da cidade), 416 (números do DDD local), YYZ (por causa da sigla do aeroporto), Megacity ou o termo da moda The Six, The 6 ou 6ix, amplificado pelo rapper Drake, natural da cidade (ambos fazem referência à unificação de 6 distritos para formar uma só cidade: Toronto, Scarborough, North York, East York, York e Etobicoke) são algumas de suas inúmeras e carinhosas alcunhas. 
  
Embora a modernidade da paisagem urbana de Toronto lembre de fato NY e seja visível na arquitetura arrojada de seus arranha-céus, caso por exemplo da frenética Yonge Dunda´s Avenue, e em especial no trecho mais central conhecido como Dundaa"s Square, espécie de Times Square local, com seus outdoors iluminados, bares e restaurantes - a cidade tem, também, uma face encantadoramente bucólica com bairros pitorescos que oferecem dezenas de endereços de comida típica de várias nacionalidades, como Chinatown, Little India, Little Italy, Little Portugal, Greektown e Little Poland, dentre outros, e que traduzem em boa medida como este jovem país foi colonizado e assimilou as múltiplas influências à mesa ao longo de sua história. (Em tempo: o Canadá completa agora, em 2018, 151 anos de independência do Reino Unido).  
  
KENSIGNTON MARKET: A FERVILHANTE MECA FOODIE DE TORONTO  


 - Arquivo- Arquivo

Também é programa obrigatório no roteiro de todo gourmet e foodie que visita a cidade o alternativo e pulsante bairro multicultural de Kensignton Market. Patrimônio histórico e artístico do país desde 2006 por seu casario em estilo vitoriano, o lugar vizinho à Chinatown, e que até o início dos anos 90 era conhecido como Jewish Market pela forte presença da colônia judaica, também abriga diversos grupos étnicos como chineses, iranianos, mexicanos, africanos e vietnamitas, além de dezenas de galerias de arte e artistas de rua e inúmeros restaurantes, cafés, delis, mercearias, quitandas e bakeries. Cada um desses locais faz com que o visitante perca a hora se deliciando com seus sabores e produtos artesanais, em grande parte orgânicos, tamanha a oferta de delícias oferecidas. 
  
Caso dos tradicionais bagels, tortas, hambúrgueres, queijos locais, como os ótimos maturados 5 Brothers e Avonlea e o Riopelle (que se assemelha ao brie francês) e até mesmo o ultrapopular e tradicional poutine, finger-food amplamente consumido que consiste em uma gigantesca porção de batatas fritas guarnecida com molho de queijo coalho e gravy (feito à base, carne bovina, farinha de trigo, pimenta, sal e outras especiarias), e pouco atraente aos paladares mais exigentes. 
  
Enquanto no simpático e acolhedor Wanda's Pie in the Sky, por exemplo, pode-se provar uma das melhores tortas de cranberries (arando, em português, uma frutinha vermelha), pumpkin (abóbora) e maçãs da cidade, na Caplansky Deli é possível devorar o ótimo BBLT (sanduíche de bacon bovino), uma criação local que é tão clássica e famosa quanto o sanduíche de mortadela do Mercadão de São Paulo, e que ali é executada pelo ex-food-truckeiro e hoje reverenciado mestre-chapeiro Zane Caplansky. 
  
Em Kensignton Market, comidinhas em geral, alimentos e produtos gourmet de todo tipo são levados tão a sério que há algumas empresas especializadas em organizar roteiros personalizados para o público foodie. Caso da Culinary Adventure Co., cujo dono, o simpático e tarimbado Kevin Durkee, é um foodhunter que, entre outras descobertas inusitadas, pode levá-lo a uma surpreendente fabriqueta artesanal de pipocas. 
  
Nesse caso trata-se da para lá de original Toronto Popcorn Co., que produz mais de cinco dezenas de sabores, entre salgados e doces, como a gourmetizada cheesy dill e bacon com cheddar, além das que levam frutas (cherries e strawberries) e maple, outra preferência nacional. Minha insuspeita ascendência italiana recaiu sobre as de espresso caramel (café com caramelo), de longe as minhas preferidas. Enfim, um programa sedutor para quem é fã da iguaria dos 8 aos 80 anos. 
  
DISTILLERY DISTRICT: FOME E SEDE DE QUE? 


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Seja foodie ou não, um dos lugares mais legais de se visitar em Toronto e passar algumas boas horinhas por lá é o Distillery District, uma antiga destilaria de canadian whisky e rum do século 19, que foi a maior da América do Norte e hoje abriga um complexo de entretenimento de enorme vocação gastronômica. 
  
Em estilo vitoriano, a bela e revitalizada construção, é a mais bem preservada coleção de arquitetura industrial do gênero da América do Norte. Com paredes de tijolo aparente e edifícios de ferro, o lugar se tornou o maior set de filmagens do Canadá e o segundo do mundo, depois de Hollywood. Foi cenário de clássicos como Chicago e O Novato e do blockbuster X-Men. Restaurado há cerca de duas décadas, hospeda hoje, além de galerias de arte e teatros, minidestilarias de vodca, gim e aquavit (a Spirit of York), saquê (a Ontario Sake Izumi) e cerveja (a Mill Street Brewery; em tempo: todos elas oferecem tastings guiados), bistrôs, padarias artesanais, como a descolada Wildly Delicious, e a Soma Chocolatemaker, que é puro deleite. 
  
Ressalte-se: esta fábrica de chocolates torontiana não é uma chocolateria qualquer. Por ser do tipo micro-batch, produz artesanalmente seus próprios blendeds a partir de amêndoas de cacau de origens selecionadas, provenientes de melhores produtores do mundo, incluindo terroirs africanos remotos e até do litoral baiano. O respeito ao chocolate, sua procedência e o esmero no preparo - tudo é potencializado em combinações ousadas e incomuns que envolvem berries iranianas, azeite de oliva, sal Maldon, sementes de abóbora, nibs de cacau e flor de sal, abrindo novas experiências ao palato. Por essas e outras, o Distillery District é um programa para lá de completo feito sob medida para todos os paladares e preferências à mesa. 
  
EVERGREEN BRICK WORKS: EDEN SUSTENTÁVEL A MEIA HORA DO CENTRO 


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Não só em Toronto mas em todo lugar por aqui produtos orgânicos, biodinâmicos e sustentáveis são temas levados muito a sério. Situado no subúrbio da cidade, a cerca de 40 minutos da cidade, o Evergreen Brick Works é uma espécie de "Ceasa" de pequenos produtores canadenses ecologicamente engajados, que somam hoje cerca de 170 mil voluntários, responsáveis por restaurar a natureza em ambientes urbanos por todo o país e empenhados seriamente em produzir alimentos in natura, frescos e sem quaisquer defensivos e agrotóxicos. 
  
Nos finais de semana, o local, que abrigou a Don Valley Brick Works, uma antiga indústria de tijolos que operou por quase 100 anos fornecendo matéria-prima para muitos edifícios famosos de Toronto, como a Casa Loma e a Assembléia Legislativa de Ontário, atrai uma legião de visitantes que vai até lá em busca não só dos alimentos ultrafrescos provenientes de centenas de produtores da província de Ontário, como o seu incomparável café orgânico, os quais, por sua vez, são comercializados nas tradicionais feirinhas de sábado e domingo. Também vale esticar até este oásis verde e caminhar por suas trilhas, lagos artificiais e mirantes que proporcionam uma vista espetacular de Toronto.  
  
AGKA MUSEUM E AGO: ARTE E BOA MESA NO CARDÁPIO 
  

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Além de ótimos endereços de diferentes especialidades espalhados pela cidade, a vocação gastronômica de Toronto também se estende a alguns bons restaurantes abrigados em museus e em conhecidos cartões postais da cidade. São gratas surpresas e exceções à regra, já que em geral tais estabelecimentos costumam apresentar um gastronomia desinteressante ou, ainda pior, ruim e cara. 
  
Apinhados a 351m de altura da CN Tower, a torre de transmissão que é um dos símbolos da cidade, em um prédio de 553,33m de altura, considerado o mais alto do mundo - são eles: o giratório de 360º, o Horizons e o Le Café, todos com boas opções de pescados e carnes vermelhas, como o house smoked atlantic salmon e o alberta prime pib. O primeiro, ainda, tem como atração uma superadega com mais de 300 rótulos das principais regiões vinícolas do mundo, incluindo, claro, alguns dos melhores produtores canadenses. Em tempo: apesar dos preços nada democráticos, as mesas do 360 são bastante disputadas. É recomendável reservar, portanto. Como bônus, pode-se subir gratuitamente na torre. 
  
Outra dica é o Diwan, de cozinha étnica, abrigado dentro do Aga Khan Museum. Além do acervo impressionante com mais de 1.000 peças sobre a arte e cultura milenares do Islã, o museu, cujo projeto arquitetônico imponente é assinado pelo japonês Fumihiko Maki, um dos autores dos novos edifícios que estão sendo erguidos no lugar das torres gêmeas de NY, destruídas no atentado de 11 de setembro, a comida de seu restaurante de fusão, de sotaque mediterrâneo-indiano e que segue a linha comfort food, é uma atração à parte. 
  
Os pratos têm a assinatura do chef Mark McEwan, famoso e dono por aqui de outros quatro elogiados restaurantes espalhados pelo país, além de ser jurado do popular Top Chef Canadá. Garantia líquida e certa de uma ótima refeição, são pedidas certeiras as instigantes salada de polvo grelhado, frango ao curry e camarões picantes. Ainda outro programa que alia boa mesa e arte da melhor qualidade é o AGO (Art Gallery of Ontario) na região central de Toronto, de cozinha contemporânea. 
  
SALMÃO, CERVEJA DA BOA E JANTAR NAS ALTURAS 


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Viajar a Toronto e não provar o precioso salmão selvagem (que em nada lembra o que estamos habituados a consumir no Brasil, de carne mais firme, paladar peculiar e cor mais suave), o majestoso atum albacora, a ostras e demais frutos do mar servidos ultrafrescos em alguns do melhores restaurantes da cidade, é o mesmo que ir à Roma e não provar o Fettucine à Alfredo. Ou à Veneza, o carpaccio do Harry"s Bar. À Parma e San Danielle e seus célebres prosciuttos, para só ficar em alguns exemplos. 
  
Neste departamento, portanto, são ótimas dicas o impecável La Banane, de cozinha contemporânea, o japonês moderninho e ocidentalizado Kasa Moto e o gastropub Chez Lavelle, de cozinha contemporânea e com uma das vistas mais estupendas do lago Ontário e da CN Tower. Se o paladar pedir comidinhas finger food são boas opções o sanduíche de bagel de salmão defumado do Nü Bagel, em Kesington Market, e o Buster's Sea Cove. no Saint Laurence Market, maior e melhor mercado público de Toronto, e programa foodie obrigatório. 
  
Anote, também, na sua agenda: degustação de diferentes estilos de sidra (bebida alcoólica fermentada feita à base de maçã que estagiam em barricas canadenses) do bar temático Her Father"s Cider Bar, o primeiro do gênero da cidade e do país. E as cervejas especiais da Steam Whistle. Cerveja oficial de Toronto, a fábrica oferece visitas e degustações guiadas por biersommeliers, que são verdadeira aula, além do que suas cervejas e bar são ótimos. Fica num prédio histórico próximo ao lado Ripley's Aquarium, outra superatração que vale muito conferir antes de mergulhar no rico mundo cervejeiro canadense. 


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SOBREVOO EM NIAGARA FALLS, ICEWINE E A DOCE VIDA DO INTERIOR 
  
Quase duas horas de carro é o tempo que se gasta para percorrer os 130km de Toronto até a pequena e bucólica Niagara-on-the-Lake, que concentra uma série de programas de puro hedonismo, com direito a desfrutar sem pressa da ótima comida e vinhos e paisagens de tirar o fôlego daquela região de Ontário. A começar pelas cataratas de Niagará Falls, a emblemática atração na fronteira com os Estados Unidos, um dos pontos turísticos mais famosos do mundo. 
  
Formadas por três grupos de cachoeiras, as cataratas, localizadas entre os rios Erie e Ontario, são muito volumosas, atingindo altura e 168 mil metros cúbicos por minuto, e altura máxima de 53m no lado canadense. O resultado é um espetáculo de águas que pode ser visto de várias perspectivas: a partir de mirantes, por trás das quedas por meio de antigos túneis, navegando de barco ou, ponto alto desse programa obrigatório, em um sobrevoo de helicóptero. 
  
Com duração de exatos 12 minutos que passam voando, literalmente, não hesite em fazer esse passeio sobre as águas geladas e verdejantes do rio Niágara em contraste com a vegetação luxuriante do Queen Victoria Park, tamanho o deslumbre dos aeronavegantes. As janelas das aeronaves são grandes o suficiente para qualquer um se deliciar com a vista da área de Whirlpool (as cataratas norte-americanas), a Skylon Tower, as Bridal Veil Falls e, claro, a Horseshoe Falls, as catarantas canadenses. 
  
Os voos saem a cada 5 minutos, dependendo do número de pessoas. (Confira, abaixo, no final do post, o vídeo exclusivo desse sobrevoo realizado pelo blog em uma das modernas aeronaves da companhia Niagara Helicopters, a única autorizada a fazer esse passeio impactante e que vale o ingresso). 


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Dentro do complexo do parque, não hesite em comer na Skylon Tower, no Revolving Dining Room, com vista arrebatadora das cataratas. Embora sem brilhar, a cozinha se mostra correta em algumas preparações e as harmonizações com vinhos da região são prazerosas e certeiras. Mas para conoisseurs e enófilos exigentes, o ponto alto mesmo são os ótimos e simpáticos restaurantes de Niagara-on-the-Lake e as dezenas de vinícolas com estrutura de primeira linha daquela região localizadas em sua órbita. 
  
Caso, entre outras, da cenográfica Peller Estates Winery, a poucos minutos do centro dessa simpática e histórica cidadezinha canadense. Com uma das melhores estruturas receptivas do distrito de Ontário para enófilo nenhum botar defeito, a Peller é uma vinícola familiar que se destaca pela produção dos singulares icewines - os chamados "vinhos de gelo", que são rótulos de sobremesa raros e caros feitos de uvas congeladas, sob condições de plantio, colheita e clima bastante peculiares, o que resulta em uma bebida de paladar doce ultraconcentrado, servida gelada -, além de espumantes, brancos, tintos e roses tranquilos de excepcional qualidade. 
  
Melhor: além de visitas guiadas por enólogos com direito à visita aos vinhedos, sala de barricas e degustação em um charmoso terraço pergolado próximo às parreiras, abriga um exclusivo icewine bar, recém-inaugurado - o Below Icewine Lounge - onde o visitante degusta os néctares da casa a 15º C negativos. 


 - Peller Estates Winery (Divulgação)- Peller Estates Winery (Divulgação)

Além de um restaurante de primeiríssima linha, cujos fogões são comandados pelo "celebrity chef" Jason Parsons. Um dos mais premiados e conhecidos cozinheiros do país (4 estrelas pela revista Toronto Life), Parsons foi durante anos chef-consultor de um programa de gastronomia da TV canadense, No sofisticado restaurante abrigado na Peller, ele opera uma cozinha moderna e atual que valoriza ingredientes sazonais e ultrafrescos daquela região em preparações inventivas que se harmonizam à perfeição com os rótulos ali produzidos ou integrango engenhosamente algumas das receitas do cardápio, como protagonistas ou coadjuvantes do prato. 
  
Caso do inusitado patê de fígado de pato que é marinado com um raro icewine tinto da casa (em geral, os "vinhos de gelo" são moldados com uvas brancas), feito com a variedade Cabernet Franc. Em tempo: é recomendável reservar antes. Um grand finale para fechar com em grande estilo este saboroso tour gastronômico por terras canadenses.  
  
(*) Marco Merguizzo é jornalista profissional especializado em gastronomia, vinhos, turismo e estilo de vida. Confira outras novidades no Instagram (@blog 1gole1garfada1viagem) ou clique aqui e vá direto para a página do blog no Facebook. 


(**) O Blog 1gole 1garfada 1viagem viajou a convite do Turismo de Toronto. 

Quinta, 22 Fevereiro 2018 01:34

Congresso aprova decreto sobre intervenção no Rio

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O Senado aprovou nesta terça-feira (20) o decreto de intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, assinado na sexta (16) pelo presidente Michel Temer. Em votação nominal, 55 senadores votaram a favor da intervenção e 13 foram contrários e houve uma abstenção. Pouco antes do início da sessão, o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) foi designado relator. Ele é suplente de Marcelo Crivella (PRB), que deixou o mandato para assumir a prefeitura do Rio de Janeiro em 2017. 

Com a aprovação pelos deputados e senadores, o documento é transformado em um decreto legislativo que será publicado no Diário Oficial, encerrando sua tramitação. Editado pelo presidente da República na última sexta, o texto entrou em vigor imediatamente, mas precisava passar por uma análise do Congresso, onde poderia ser confirmado ou derrubado. 

A tramitação se deu em regime de urgência no Legislativo e foi acompanhada pelo ministro da Justiça, Raul Jungmann, nas duas Casas. Na Câmara, a aprovação ocorreu nesta madrugada, com 340 votos a favor, apenas 72 contra e uma abstenção, depois de mais de sete horas de sessão. 

O relator disse que apresentará em separado propostas para garantir o bom andamento da medida. "Se há um estado de exceção, nós temos que dar todo empenho e todo o sacrifício necessário para realizar esse trabalho", disse. Lopes disse ainda não saber como serão garantidos os recursos para o Estado, mas que a partir da aprovação do decreto passaria a trabalhar pelo orçamento. 

A relatora na Câmara, deputada Laura Carneiro (MDB-RJ), também fez três sugestões à parte. Entre outros pontos ela pediu a garantia de recursos para ações de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. Cinco senadores fizeram discursos de apoio ao decreto, entre eles a senadora Marta Suplicy (MDB-SP) que chamou a decisão de "corajosa" e "absolutamente necessária". "O cenário presente é de desgoverno total na área de segurança pública." 

Outros cinco parlamentares criticaram a medida, como o petista Humberto Costa (PE). "Este é um governo paspalhão e esta intervenção é uma intervenção Tabajara", disse. O senador Renan Calheiros pediu a palavra várias vezes para fazer críticas à decisão do governo. Ele chamou a intervenção de "decorativa" e disse que ela "expõe as Forças Armadas". No entanto, ao final, disse que votaria a favor do decreto por entender que ele é "inevitável". 

Rio

O Rio de Janeiro passa por uma grave crise política e econômica, com reflexos diretos na segurança pública. Desde junho de 2016, o Estado está em situação de calamidade pública e conta com o auxílio das Forças Armadas desde setembro do ano passado. Com a escalada nos índices de violência, o presidente Michel Temer (MDB) decretou a intervenção federal na segurança pública do Estado, medida que conta com o apoio do governador Luiz Fernando Pezão, também do MDB. 

Temer nomeou como interventor o general do Exército Walter Braga Netto. Ele, na prática, é o chefe das forças de segurança do Estado, como se acumulasse a Secretaria da Segurança Pública e a de Administração Penitenciária, com PM, Civil, bombeiros e agentes carcerários sob o seu comando. Braga Netto trabalha agora em um plano de ação. A intervenção ficará em vigor, segundo o texto, até o dia 31 de dezembro de 2018. É a primeira vez desde que a Constituição Federal de 1988 entrou em vigor que é decretada uma intervenção federal. 

As Forças Armadas já estão atuando no Estado, desde julho de 2017, quando Temer assinou um decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que permite a presença dos militares nas atividades de segurança pública. A diferença era que desde então, as forças da União seguiam ordens do poder estadual, mas com a intervenção passam a responder diretamente a Braga Netto. 

Ministério Público

O Ministério Público Federal divulgou na noite desta terça uma nota técnica criticando alguns pontos do decreto feito por Temer. No texto, a Procuradoria fala na existência de "vícios" no texto do Executivo. A instituição afirma que se esses pontos não forem resolvidos "podem representar graves violações à ordem constitucional e, sobretudo, aos direitos humanos". 

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A Justiça negou o pedido do Ministério Público de São Roque de interditar a cadeia de transição da cidade, que na última semana registrou uma tentativa de fuga de 32 detentos.

Diante a situação recusada, o Ministério Público ainda assim deverá apresentar um recurso ao Tribunal de Justiça para que o caso seja analisado mais uma vez. Ainda segundo a promotoria de justiça da cidade, o caso é avaliado há tempos, porem com a tentativa da fuga, teve de reforçar ação e o pedido.

A fuga foi evitada por Policiais Militares que ao irem até o local após uma ligação de um funcionário da delegacia, descobriram um buraco em uma das celas, que dava para uma rua já em direção ao terminal rodoviário da cidade.

Uma barra de ferro foi usada por um dos detentos para escavar o piso do local, que deteriorado com ação do tempo, contribuiu.

Reportagem Correio do Interior

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus São Roque (IFSP/SRQ) está com as inscrições abertas para o preenchimento de vagas dos seus cursos de graduação através do processo seletivo de vagas remanescentes do SiSU 1º semestre de 2018.

Poderão se inscrever neste processo candidatos que tenham prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) entre os anos de 2009 a 2017 e que possuam o Ensino Médio completo até a data da matrícula; e aqueles que concluíram o Ensino Médio em escola pública ou particular, seja na modalidade de Ensino Regular ou de Educação de Jovens e Adultos (EJA), e possuam o Histórico Escolar do Ensino Médio no momento da inscrição neste processo seletivo.

As vagas oferecidas para o processo seletivo para preenchimento das vagas remanescentes do SiSU 1º semestre de 2018 são: Vinicultura e Enologia, e Tecnologia em Gestão Ambiental.

As inscrições, gratuitas, irão até o dia 28 de fevereiro das 10h às 20h, na Coordenadoria de Registros Escolares do Campus São Roque (Rodovia Prefeito Quintino de Lima, 2100 – Paisagem Colonial, São Roque/SP). Os selecionados já iniciarão o respectivo curso no primeiro semestre de 2018.

Sobre os documentos necessários para a inscrição: a) os candidatos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deverão apresentar, no ato da inscrição, o boletim de desempenho individual, uma cópia do RG, uma cópia do CPF e uma cópia do Certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente; e b) os candidatos que concluíram o Ensino Médio em escola pública ou particular, seja na modalidade de Ensino Regular ou de Educação de Jovens e Adultos (EJA), deverão apresentar, no ato da inscrição, uma cópia do Histórico Escolar do Ensino Médio, uma cópia do RG e uma cópia do CPF.

Maiores informações podem ser obtidas pelo site www.ifsp.edu.br/saoroque

Reportagem Correio do Interior

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